Languidamente abre os olhos
os fecha rapidamente, a luz fere,
a retina calejada pela escuridão
se arrisca novamente
agora duma vez abre
depois do clarão aos poucos
Abre as asas
doloridas e cinzentas
recua se encolhe
pensa em quase desistir
toma mais coragem
sabe que é hora de ir
respira fundo
sendo que lá dentro ha algo
reconfortante, quente
ela sente, sabe..
que apensar da dor
tem de seguir em frente
de um surto salta do abismo
enquanto o vento bate na face
abre o coração
bate com força as Asas
e voa...Flamejante pelo céu
Vai fênix resplandece novamente
pois dos seus olhos coloridos
até o sol inveja ter
Nenhum comentário:
Postar um comentário