E se as aparências são só figuras
O que você espera dos tecidos?
O que pretende com as falas?
E com os modos precisos?
O que se mede ao olhar
Que não vê ao conhecer
Se não me pede para contar
E não quer entender
Já tens seus conceitos
Seus óbvios vivedos
As pose, as mascaras
Embutem o medo
Mas nada paga
E muito menos apaga
O que se sente
E o que se vive
Eu colho o que planto
As conseqüências
Faço em mesa
O principal prato
Irei dormir de barriga cheia
E com a cabeça pesada no travesseiro
Pra quem acredita no alem do obvio
Algumas coisas custam caro
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